Automação com propósito: o ponto de equilíbrio entre a tecnologia e o discernimento humano

Imagine uma sala de reuniões onde todos os indicadores de desempenho (KPIs) brilham em verde nos painéis de Business Intelligence. A automação de vendas está disparando e-mails, o ERP está processando ordens de compra e o estoque parece matematicamente equilibrado. No entanto, a empresa está perdendo market share. O problema? A liderança confiou tanto no “piloto automático” que esqueceu de olhar pela janela. A tecnologia pavimenta a estrada, mas o discernimento humano é quem decide se a direção ainda faz sentido. A transformação digital costuma ser vendida como uma panaceia de eficiência. Implementa-se um sistema de gestão robusto, conectam-se as pontas entre o comercial e o financeiro, e espera-se que a mágica aconteça. Mas a automação sem propósito é apenas a aceleração do caos. Se um processo é ineficiente ou mal desenhado, automatizá-lo apenas fará com que ele falhe mais rápido e em maior escala. O verdadeiro valor de um ERP ou de uma ferramenta de CRM não reside na capacidade de substituir o trabalho humano, mas na liberdade que ele devolve ao gestor.

Melhor sistema de gestão para industria

Quando eliminamos o trabalho braçal de conferência de notas fiscais ou a atualização manual de planilhas de fluxo de caixa, não estamos apenas reduzindo custos operacionais. Estamos comprando tempo intelectual. É nesse espaço vazio, gerado pela eficiência tecnológica, que a estratégia deve florescer. Um exemplo prático dessa dicotomia ocorre frequentemente na gestão de suprimentos. Imagine uma indústria que utiliza algoritmos de predição de demanda integrados ao seu ERP para automatizar a reposição de matéria-prima. O sistema opera com perfeição baseando-se em dados históricos de cinco anos. Contudo, surge uma crise geopolítica repentina que afeta um fornecedor específico. O sistema, puramente lógico, continuará tentando executar o protocolo padrão. É aqui que entra o discernimento: o gestor que compreende as nuances externas e a cultura organizacional intervém para alterar a rota, negociar alternativas e proteger a margem, algo que o código, por mais avançado que seja, ainda não consegue simular com empatia e visão de longo prazo.

A integração de sistemas deve servir à fluidez da informação, mas o filtro final precisa ser crítico. Para alcançar esse equilíbrio, as empresas precisam focar em três pilares: Higiene de Dados: Automação exige dados íntegros. Decisões baseadas em informações fragmentadas geram automações perigosas. Capacitação Analítica: Não basta treinar a equipe para usar o software; é preciso ensiná-la a questionar os outputs do sistema. Agilidade Decisória: A tecnologia fornece a evidência, mas a governança corporativa deve permitir que o humano aja rápido sobre essa evidência.

A escalabilidade empresarial depende dessa simbiose. Empresas que tentam ser puramente tecnológicas tornam-se rígidas e perdem o “feeling” de mercado. Aquelas que resistem à digitalização tornam-se obsoletas e lentas. O ponto de equilíbrio está em tratar a tecnologia como o sistema nervoso da organização — responsável por transmitir impulsos e dados — enquanto a liderança permanece como o córtex pré-frontal, responsável pela tomada de decisão complexa e pelo julgamento moral e estratégico. O controle e a rastreabilidade que um bom sistema de gestão oferece são inegociáveis para qualquer operação que pretenda crescer de forma sustentável. No entanto, o sucesso não vem da ferramenta em si, mas da intenção por trás de sua configuração. Automatizar com propósito significa saber exatamente quais tarefas devem ser delegadas às máquinas para que as pessoas possam se dedicar ao que as torna insubstituíveis: a criatividade, a negociação complexa e a visão de futuro que nenhum algoritmo consegue prever.

O que acontece com o Bitcoin de quem morre sem deixar a chave?

O que acontece com o Bitcoin de quem morre sem deixar a chave? O Bitcoin trouxe a liberdade financeira e o conceito de “ser seu próprio banco”. No entanto, essa autonomia carrega uma responsabilidade sem precedentes: a guarda das chaves privadas. Mas o que acontece quando um investidor falece sem deixar essas senhas para seus herdeiros? O “Cemitério Digital” da Blockchain Diferente de uma conta bancária tradicional, no ecossistema das criptomoedas não existe um botão de “esqueci minha senha” ou um gerente para autorizar o acesso de familiares. Se as chaves privadas — que são os códigos que dão acesso aos fundos — forem perdidas ou destruídas, os Bitcoins ficam presos para sempre no endereço da carteira.

Essas moedas continuam existindo na rede e são visíveis para qualquer pessoa através da blockchain, mas tornam-se tecnicamente inalcançáveis. Elas entram para o que o mercado chama de “moedas perdidas”. Um “presente” para os outros investidores Curiosamente, o desaparecimento definitivo de moedas tem um efeito econômico no mercado cripto. Como o fornecimento total do Bitcoin é limitado a 21 milhões de unidades, cada fração perdida reduz a oferta circulante real. Satoshi Nakamoto, o criador anônimo do Bitcoin, resumiu bem essa situação: “Moedas perdidas apenas tornam as moedas de todos os outros um pouco mais valiosas. Pense nisso como uma doação para todos”.

Na prática, a perda contribui para a escassez e, teoricamente, para a valorização do ativo a longo prazo. A diferença entre Corretoras e Autocustódia O cenário muda se o investidor deixa suas criptos em uma exchange (corretora). Nesse caso, como a custódia é de um terceiro, os herdeiros podem apresentar documentos legais, como inventários e certidões de óbito, para solicitar a transferência dos fundos. Já na autocustódia (carteiras físicas ou apps onde você detém as chaves), o protocolo não reconhece ordens judiciais. Sem a chave, o acesso morre com o dono. Como se prevenir? Para quem investe no mercado cripto pensando no futuro da família, o planejamento sucessório é vital. Algumas estratégias comuns incluem: Backups físicos: Guardar a seed phrase (palavras de recuperação) em cofres ou locais seguros conhecidos pelos herdeiros. Multisig: Carteiras que exigem mais de uma assinatura para movimentar fundos. Herança Digital: Serviços e dispositivos que permitem a liberação de informações após um longo período de inatividade. Banco onilx conta

O conceito de “cidade de 15 minutos” e a escolha do seu novo lar

O conceito de “cidade de 15 minutos” e a escolha do seu novo lar
Você já imaginou resolver toda a sua rotina — trabalho, mercado, academia, escola e lazer —
em apenas 15 minutos de caminhada ou bicicleta? Esse é o pilar da “cidade de 15 minutos”, um
conceito urbanístico que está transformando o mercado imobiliário e a forma como as pessoas
escolhem onde morar.
O que é a Cidade de 15 Minutos?
Criado pelo professor Carlos Moreno, o conceito propõe um modelo de desenvolvimento urbano
onde o morador encontra tudo o que precisa para viver com dignidade a uma curta distância de
casa. O objetivo é reduzir a dependência de carros, diminuir a poluição e, principalmente,
devolver o tempo às pessoas.
Qualidade de vida como prioridade na busca
Hoje, ao procurar um imóvel, o comprador moderno não olha apenas para a metragem ou o
acabamento. A infraestrutura do bairro tornou-se decisiva. O tempo se tornou o ativo mais
valioso; por isso, morar em um local que oferece conveniência sem a necessidade de enfrentar
horas de trânsito é o novo padrão de luxo e bem-estar.
Bairros que seguem essa lógica promovem uma vida mais saudável e uma conexão maior com
a comunidade local, fatores que pesam muito na decisão de compra ou locação.
Valorização e Investimento Imobiliário
Para o investidor, o conceito de 15 minutos é um indicador de valorização. Imóveis inseridos em
áreas de uso misto (onde residências, escritórios e comércios coexistem) tendem a ter uma
demanda constante e menor taxa de vacância.
Regiões que privilegiam o pedestre e oferecem serviços essenciais próximos costumam manter
seus preços estáveis mesmo em crises, pois a conveniência é um desejo universal e atemporal.
O que observar antes de escolher seu lar?
Ao avaliar o seu próximo imóvel, faça o “teste dos 15 minutos”:
1. Serviços Básicos: Existe mercado, farmácia e padaria por perto?
2. Saúde e Educação: Há clínicas e escolas acessíveis?
3. Lazer: O bairro oferece praças, parques ou centros culturais?
4. Mobilidade: As calçadas são seguras e existem ciclovias?
Escolher um lar baseado nesse conceito é mais do que uma transação imobiliária; é uma
escolha por um estilo de vida mais inteligente, sustentável e produtivo. Se o seu novo endereço
permite que você “viva o bairro”, você encontrou um excelente investimento.

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Como organizar um evento de criptomoedas na sua cidade

Como organizar um evento de criptomoedas na sua cidade O mercado cripto cresce a cada dia, mas nada substitui a troca de experiências presencial. Organizar um evento local é uma excelente forma de fortalecer a comunidade, educar novos investidores e fazer networking. Se você quer reunir entusiastas de Bitcoin, Ethereum e tecnologia blockchain na sua região, confira este guia prático para começar. 1. Defina o objetivo e o público-alvo Antes de tudo, decida o foco do encontro. Será um workshop para iniciantes aprenderem a comprar criptomoedas com segurança? Ou um debate técnico sobre contratos inteligentes e o ecossistema Ethereum? Ter um objetivo claro ajuda a atrair as pessoas certas e a definir o tom da conversa.

2. Escolha o formato e o local Para um primeiro evento, menos é mais. Algumas opções populares são: Meetups em cafés ou bares: Encontros informais para networking. Workshops em coworkings: Ideais para aulas práticas sobre carteiras e segurança. Palestras em universidades: Foco em tecnologia e futuro do dinheiro. Certifique-se de que o local tenha boa conexão Wi-Fi, essencial para qualquer demonstração prática do mercado cripto. 3. Curadoria de conteúdo O universo das criptomoedas é vasto.
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Para manter o interesse, foque em temas atuais, como: Como iniciar o investimento em criptomoedas do zero. Segurança: como proteger seus ativos em hardware wallets. Tendências do mercado e análise do ciclo do Bitcoin. Se trouxer palestrantes, escolha pessoas que tenham experiência real e saibam transmitir conceitos complexos de forma simples. 4. Divulgação estratégica Use as ferramentas digitais a seu favor. Crie um evento no Meetup.com ou Sympla. Divulgue em grupos de Telegram e WhatsApp focados em investimentos e tecnologia. No Twitter (X) e LinkedIn, use hashtags específicas para alcançar a comunidade brasileira de cripto.

Entenda o papel das stablecoins em uma carteira diversificada

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Entenda o papel das stablecoins em uma carteira diversificada Investir no mercado cripto é sinônimo de lidar com a volatilidade. Enquanto ativos como Bitcoin e Ethereum buscam valorização a longo prazo, as stablecoins desempenham um papel fundamental: o de trazer equilíbrio e segurança estratégica para a sua carteira. O que são Stablecoins? Diferente das criptomoedas comuns, as stablecoins são ativos digitais pareados ao valor de uma moeda fiduciária, geralmente o dólar (como o USDT ou USDC). Elas oferecem a agilidade da tecnologia blockchain com a estabilidade do dinheiro tradicional. 1. Proteção contra a volatilidade A principal função das stablecoins em uma carteira diversificada é servir como um “porto seguro”. Em momentos de alta incerteza ou queda brusca no mercado, converter parte do seu lucro em stablecoins protege o seu capital. Isso evita que o valor total do seu patrimônio oscile drasticamente junto com os ativos mais voláteis. 2. Liquidez e agilidade para novas compras Manter uma reserva em stablecoins permite que você aproveite oportunidades rapidamente. Se o preço do Bitcoin cair e você decidir que é hora de “comprar o mergulho” (buy the dip), ter stablecoins prontas na sua conta de exchange é muito mais rápido do que depender de transferências bancárias.

Elas funcionam como o seu “caixa” pronto para a ação. 3. Geração de renda passiva Muitos investidores utilizam stablecoins para gerar rendimentos através de protocolos de lending (empréstimos) ou staking. No ecossistema DeFi, as taxas de juros oferecidas para stablecoins costumam ser superiores às da renda fixa tradicional, permitindo que seu capital cresça de forma constante enquanto você aguarda o melhor momento para reinvestir em ativos de risco. Conclusão Diversificar não é apenas comprar moedas diferentes, mas sim equilibrar riscos. As stablecoins são as ferramentas que garantem que você tenha liquidez para agir e segurança para preservar seu patrimônio. Elas são o componente essencial que transforma uma carteira puramente especulativa em uma estratégia de investimento sólida e profissional.

Finanças híbridas: os perigos de misturar contas pessoais com o caixa da empresa

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Você já parou para pensar que, para o fisco e para a lei, você e sua empresa são pessoas completamente diferentes, com CPFs e CNPJs que não deveriam nem tomar café juntos na mesma conta bancária? Parece um detalhe burocrático, mas a “confusão patrimonial” é um dos erros mais fatais que vejo empreendedores cometerem, desde o pequeno prestador de serviço até donos de comércios consolidados. Imagine a cena: você está no mercado, percebe que esqueceu o cartão pessoal e passa as compras da semana no cartão da empresa. “Depois eu acerto”, você pensa. Na semana seguinte, usa o saldo do caixa para pagar a escola dos filhos ou aquela parcela do IPVA do carro particular. No fim do mês, o extrato é uma colcha de retalhos onde ninguém sabe onde termina o lucro e onde começa o custo de vida. O grande perigo aqui não é apenas a bagunça organizacional. O buraco é mais embaixo. O escudo quebrado da LTDA e da SLU Quando você abre uma empresa do tipo LTDA (Sociedade Limitada) ou uma SLU (Sociedade Limitada Unipessoal), existe uma proteção jurídica chamada limitação de responsabilidade. Em tese, os seus bens pessoais (sua casa, seu carro, sua poupança) estão protegidos caso a empresa enfrente processos ou dívidas. No entanto, se um juiz percebe que você paga boletos pessoais com o dinheiro da empresa — a tal confusão patrimonial —, ele pode “desconsiderar a personalidade jurídica”. Na prática, isso significa que o escudo quebra e o seu patrimônio pessoal entra na linha de tiro para quitar dívidas do negócio. Você perde a segurança jurídica que o tipo de empresa deveria te dar. O leão está de olho no seu “pro-labore disfarçado” Do ponto de vista fiscal, a mistura de contas é um prato cheio para a malha fina. Se você é um profissional da saúde ou um consultor que atua como PJ, o ideal é que você receba um pró-labore (o seu salário como sócio) e, sobre o que sobrar de lucro real, faça a distribuição de lucros, que hoje ainda é isenta de Imposto de Renda. O problema surge quando você não define um valor fixo de retirada e vai “sacando” conforme a necessidade pessoal.

Para a Receita Federal, esses pagamentos de contas pessoais feitos pela empresa podem ser reclassificados como rendimento tributável. Ou seja: aquele dinheiro que seria lucro isento passa a ser visto como salário, e lá vem a cobrança de IRRF e INSS retroativos, com multas que podem tirar o seu sono. Um cenário real: o custo da desorganização Certa vez, atendi um cliente do setor de comércio que faturava bem, mas nunca via a cor do dinheiro. Ao analisarmos o fluxo de caixa, percebemos que o problema não era a margem de lucro, mas sim o fato de que a conta da empresa pagava desde a Netflix da família até a reforma do sítio. Sem indicadores financeiros claros, ele não sabia se o negócio era viável. Ele estava “viciando” o caixa da empresa para sustentar um padrão de vida que o CNPJ ainda não suportava. Ao separarmos as contas e implantarmos um controle de BPO Financeiro, ele finalmente entendeu que precisava reduzir o seu pró-labore por seis meses para que a empresa pudesse investir em estoque e crescer de verdade.

A logística por trás do passeio de trem perfeito

Quem olha para a imensidão verde da Serra do Mar do alto de um vagão raramente imagina a engrenagem invisível que sustenta cada quilômetro da ferrovia Paranaguá-Curitiba. Planejar um deslocamento que envolve uma obra de engenharia de 1885, o clima instável do Planalto Paranaense e a logística de retorno do litoral exige mais do que apenas comprar um bilhete; exige entender o ritmo da montanha. O passeio de trem entre Curitiba e Morretes é, essencialmente, uma lição de paciência e geografia. A descida leva cerca de quatro horas para percorrer pouco mais de 70 quilômetros. Por que tão lento? Porque estamos falando de um desnível de quase mil metros em meio à Mata Atlântica preservada, onde a segurança operacional dita a velocidade. Para um receptivo especializado, a logística começa muito antes do apito da locomotiva. O “pulo do gato” está no gerenciamento do tempo: o transfer que busca o passageiro no hotel precisa considerar o trânsito matinal da capital paranaense para garantir que o embarque na Rodoferroviária ocorra sem sobressaltos. Um erro clássico do viajante desavisado é tentar fazer o trajeto de ida e volta sobre trilhos. Embora poeticamente interessante, tecnicamente é exaustivo e logisticamente ineficiente. A verdadeira maestria de um roteiro bem desenhado está em descer de trem e subir a serra de carro ou van, preferencialmente pela Estrada da Graciosa. O equilíbrio entre trilhos e asfalto Ao chegar em Morretes, o corpo pede descanso e o paladar exige o Barreado. Aqui entra o ponto crítico da operação: a sincronia com a gastronomia local. Imagine centenas de pessoas desembarcando simultaneamente em uma cidade histórica pequena. Sem uma reserva estratégica e um guia que conheça os tempos de cozimento e serviço dos restaurantes à beira do Rio Nhundiaquara, o que deveria ser um almoço cultural vira uma espera interminável sob o calor úmido do litoral. A logística de um receptivo de qualidade garante que, enquanto você fotografa a Ponte Velha ou as fachadas coloniais, sua mesa já esteja coordenada. E há um detalhe técnico que poucos mencionam: o clima. Curitiba é famosa por ter as quatro estações em um único dia. Um operador experiente monitora a neblina na serra.

Se a Graciosa estiver fechada por segurança ou excesso de neblina, o plano de contingência via BR-277 precisa estar pronto para entrar em ação, garantindo que o retorno seja seguro e confortável. A experiência técnica além do visual Para quem gosta de detalhes profundos, vale observar as obras de arte de engenharia ao longo do caminho, como o Viaduto Carvalho. A logística aqui é de manutenção constante. O passeio só é perfeito porque existe uma coordenação entre a operadora ferroviária e as agências de turismo para que o fluxo de passageiros não sature a infraestrutura da pequena Morretes ou da vizinha Antonina. Antonina, inclusive, é o refúgio estratégico para quem busca fugir do burburinho principal. Incluir uma parada na cidade vizinha após o almoço não é apenas um “extra”, mas uma decisão logística inteligente para evitar o horário de pico da saída dos ônibus de excursão em Morretes. É o momento de respirar o ar da baía, entender o ciclo da erva-mate e do porto, e então iniciar a subida da serra com a luz do entardecer.

Vai encarar o elevador Beto Carrero? Saiba o que esperar do Big Drop

Existem dois tipos principais de transplante capilar: Cirurgia de tira de unidade folicular (FUSS) .

O cirurgião removerá uma tira de pele da área doadora e fechará a incisão com pontos. Eles então usarão um microscópio para separar a pele doadora em pequenas unidades foliculares que contêm um ou vários folículos pilosos e inserir essas unidades na área desejada. Extração de unidades foliculares (FUE) . O cirurgião usará uma pequena ferramenta de perfuração para remover os folículos da área doadora. Embora esse procedimento ainda leve a algumas cicatrizes, pode ser menos perceptível e a pessoa geralmente não precisará de pontos. Ambas as técnicas são eficazes, mas podem alcançar resultados diferentes em alguns casos.

Transplante capilar ver antes e depois

Os autores de um artigo de 2019 afirmam que o FUE requer mais habilidade e leva mais tempo do que o FUSS, mas observam que o FUE pode produzir ótimos resultados se o cirurgião tiver muita experiência na técnica. Na maioria dos casos, os cirurgiões usam o lado ou a parte de trás da cabeça como área doadora. No entanto, tirar a pele do queixo, das costas ou do peito também pode ser eficaz. Usar pêlos no corpo pode ser útil para pessoas que não têm cabelos grossos na parte de trás ou nas laterais da cabeça.

Quais são os elementos-chave de uma rotina eficaz de cuidado com a saúde?

Fibromialgia tem cura
Uma rotina eficaz de cuidado com a saúde inclui atividades físicas (exercícios, sono suficiente, nutrição), práticas emocionais (atenção plena, escrita terapêutica, estabelecimento de limites), conexões sociais (tempo de qualidade com pessoas queridas) e atividades que lhe trazem alegria ou satisfação. A chave está na consistência e na escolha de práticas que realmente o nutram, em vez daquilo que você sente que “deveria” fazer. Como a terapia pode me ajudar a desenvolver melhores hábitos de cuidado com a saúde?

A terapia pode ajudá-lo(a) a identificar barreiras ao cuidado com a saúde, como perfeccionismo ou culpa, e a trabalhar as crenças subjacentes que o(a) impedem de priorizar o seu bem-estar. Os terapeutas utilizam abordagens baseadas em evidências, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), para ajudá-lo(a) a desenvolver metas realistas de cuidado com a saúde, criar sistemas de responsabilização e adotar hábitos sustentáveis que estejam alinhados com seu estilo de vida e valores. Qual a diferença entre cuidar de si mesmo e adotar comportamentos de evitação?

Atividades de cuidado com a saúde restauram e energizam você, enquanto comportamentos de evitação distraem você temporariamente dos seus problemas sem abordar as causas subjacentes. Atividades saudáveis de cuidado com a saúde podem incluir uma caminhada, ligar para um amigo ou praticar meditação. Comportamentos de evitação geralmente envolvem tempo excessivo em frente às telas, uso de substâncias ou isolamento social. A principal diferença reside em se a atividade melhora seu estado mental e funcionamento.

A importância da custódia própria para a liberdade financeira

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Existe um botão cinza que assombra os pesadelos de qualquer investidor que já passou por um ciclo de baixa severo ou uma crise de liquidez sistêmica. Aquele momento em que você entra no aplicativo da corretora, clica em “Sacar” e nada acontece. Ou pior, aparece um aviso de “manutenção temporária”. É nesse exato segundo que a ficha cai: aqueles números piscando na tela não eram seus. Eram apenas uma promessa. A gente cresce acostumado com o sistema bancário tradicional, onde existe seguro, gerente e um 0800 para reclamar. Trazemos esse viés de conforto para o mundo das criptomoedas e isso é, sem dúvida, o erro mais perigoso que alguém pode cometer nesse mercado.

Quando falamos de custódia própria, não estamos apenas discutindo sobre comprar uma hardware wallet bonitinha ou anotar palavras num papel. Estamos falando sobre a redefinição completa do que significa propriedade. Vamos ser honestos sobre como as exchanges funcionam. Quando você deposita Bitcoin na Binance, na Coinbase ou em qualquer outra, você está efetivamente trocando um ativo ao portador — digital, escasso e incensurável — por um IOU (I Owe You). Um “eu te devo”. Tecnicamente, você se torna um credor quirografário daquela empresa. Se ela quebrar, você entra na fila de falência junto com todo mundo. Lembro-me vividamente de novembro de 2022. O colapso da FTX. Não estamos falando de uma corretora de fundo de quintal; era a queridinha de Wall Street, com comerciais no Super Bowl e auditorias supostamente robustas. Tenho conhecidos, traders experientes, que perderam quantias que mudariam a vida de qualquer um porque confiaram na conveniência.

Eles achavam que a custódia própria era “coisa de paranoico” ou muito complexa para valer o esforço. A lição custou caro: a conveniência é o inimigo da segurança. A liberdade financeira real, no contexto cripto, exige soberania. Soberania é a capacidade de pegar seu patrimônio e atravessar uma fronteira com apenas 12 ou 24 palavras memorizadas na cabeça, sem precisar pedir permissão a nenhum governo ou banco para acessar esse valor do outro lado. Isso é poderoso. É a primeira vez na história da humanidade que podemos transportar riqueza inconfiscável sem peso físico. Mas, claro, com grandes poderes vêm aquelas responsabilidades que ninguém gosta de assumir.

Fazer a autocustódia assusta. Dá medo saber que não existe um botão de “Esqueci minha senha”. Se você perder sua seed phrase (suas chaves privadas), o dinheiro acabou. Ponto final. O protocolo Bitcoin não se importa com suas desculpas, e o Ethereum não tem um suporte técnico. É por isso que a gestão de risco aqui é tão psicológica quanto técnica. Você confia em si mesmo para guardar um pedaço de metal ou papel com segurança por 10 anos?

A maioria das pessoas treme só de pensar. No entanto, a alternativa é confiar em terceiros opacos. E se aprendemos algo com a história das finanças — seja em 2008 com os bancos ou em 2022 com as plataformas de CeFi (Centralized Finance) — é que onde há custódia de terceiros, há risco de contraparte. Alguém pode estar rehipotecando seus fundos, alavancando o dinheiro dos clientes ou simplesmente gerindo mal o caixa.